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segunda-feira, 31 de maio de 2010

Eu sei...


Fiquei de novo dias sem postar.... que feio, sou uma garota má hahahhaahha...
mais velha depois de ontem, e começando tudo desde o começo, quero uma nova vida!
como música do dia escolhi a minha preferida do Roy Orbison é trilha de um dos meus filmes preferido: Um Linda Mulher, sempre sonhei em ter meu Richard Gere, mais sem o lanche de
prostituta, hahahah, estou pro crime hj!Em baixo vai o clip e a minha cena favorita, que é quando ele vai encontrar ela e tem q subir um escada de incendio com um buque de rosas na boca(detalhe ele tem medo de altura!)


quarta-feira, 12 de maio de 2010

Música do Dia ...

"...I die for you everytime I see you cry..."

Aiaiai
.... essa é de tirar o fôlego..
o áudio ta meio ruim, mais ainda assim tira o fôlego!
O Finlândia só faz coisa boa.
Bjs*


quinta-feira, 15 de abril de 2010

quarta-feira, 14 de abril de 2010

.... nem sei + Música do Dia


Vou morrer de tédio ... nada pra fazer !
Amanhã tenho que acordar cedo !
O final de semana chegando nessa cidadizinha
e tudo acaba se tornando um circulo vicioso
sem fim, até onde aguento, ñ sei afinal de
contas gosto de tudo diferente sempre, ñ
consigo me acostumar com essa vida monótona
Bjs e fiquei com minha banda favorita (aaaaaahhhhhhhhh)
A música é a mais popular deles mais é minha preferida!



I LOVE TYPE O NEGATIVE






sexta-feira, 9 de abril de 2010

domingo, 4 de abril de 2010

sábado, 3 de abril de 2010

Coisas que me Fazem Feliz ...










Esmaltes coloridos, adoro, tenho uma colão
são minhas paixoes!


sexta-feira, 2 de abril de 2010

quinta-feira, 1 de abril de 2010

quarta-feira, 31 de março de 2010

Coisas que me Fazem Feliz ....


Como todo blog ou grande maioria faz, fiz uma seção dessas.
São pequenas coisas que me deixam de bom humor.

Porque meu MAL humor ainda vai me matar!

domingo, 4 de novembro de 2007

Lord Byron


Lord Byron

(Tradução de Castro Alves)

Trevas

Eu tive um sonho que não era em todo um sonho

O sol esplêndido extinguira-se, e as estrelas

Vagueavam escuras pelo espaço eterno,

Sem raios nem roteiro, e a enregelada terra

Girava cega e negrejante no ar sem lua;

Veio e foi-se a manhã - Veio e não trouxe o dia;

E os homens esqueceram as paixões, no horror

Dessa desolação; e os corações esfriaram

Numa prece egoísta que implorava luz:

E eles viviam ao redor do fogo; e os tronos,

Os palácios dos reis coroados, as cabanas,

As moradas, enfim, do gênero que fosse,

Em chamas davam luz; As cidades consumiam-se

E os homens juntavam-se junto às casas ígneas

Para ainda uma vez olhar o rosto um do outro;

Felizes enquanto residiam bem à vista

Dos vulcões e de sua tocha montanhosa;

Expectativa apavorada era a do mundo;

Queimavam-se as florestas - mas de hora em hora

Tombavam, desfaziam-se - e, estralando, os troncos

Findavam num estrondo - e tudo era negror.

À luz desesperante a fronte dos humanos

Tinha um aspecto não terreno, se espasmódicos

Neles batiam os clarões; alguns, por terra,

Escondiam chorando os olhos; apoiavam

Outros o queixo às mãos fechadas, e sorriam;

Muitos corriam para cá e para lá,

Alimentando a pira, e a vista levantavam

Com doida inquietação para o trevoso céu,

A mortalha de um mundo extinto; e então de novo

Com maldições olhavam para a poeira, e uivavam,

Rangendo os dentes; e aves bravas davam gritos

E cheias de terror voejavam junto ao solo,

Batendo asas inúteis; as mais rudes feras

Chagavam mansas e a tremer; rojavam víboras,

E entrelaçavam-se por entre a multidão,

Silvando, mas sem presas - e eram devoradas.

E fartava-se a Guerra que cessara um tempo,

E qualquer refeição comprava-se com sangue;

E cada um sentava-se isolado e torvo,

Empanturrando-se no escuro; o amor findara;

A terra era uma idéia só - e era a de morte

Imediata e inglória; e se cevava o mal

Da fome em todas as entranhas; e morriam

Os homens, insepultos sua carne e ossos;

Os magros pelos magros eram devorados,

Os cães salteavam seus donos, exceto um,

Que se mantinha fiel a um corpo, e conservava

Em guarda as bestas e aves e famintos homens,

Até a fome os levar, ou os que caíam mortos

Atraírem seus dentes; ele não comia,

Mas com um gemido comovente e longo, e um grito

Rápido e desolado, e relambendo a mão

Que já não o agradava em paga - ele morreu.

Finou-se a multidão de fome, aos poucos; dois,

Dois inimigos que vieram a encontrar-se

Junto às brasas agonizantes de um altar

Onde se haviam empilhado coisas santas

Para um uso profano; eles a resolveram

E trêmulos rasparam, com as mãos esqueléticas,

As débeis cinzas, e com um débil assoprar

E para viver um nada, ergueram uma chama

Que não passava de arremedo; então alçaram

Os olhos quando ela se fez mais viva, e espiaram

O rosto um do outro - ao ver gritaram e morreram

- Morreram de sua própria e mútua hediondez,

- Sem um reconhecer o outro em cuja fronte

Grafara o nome "Diabo". O mundo se esvaziara,

O populoso e forte era uma informe massa,

Sem estações nem árvore, erva, homem, vida,

Massa informe de morte - um caos de argila dura.

Pararam lagos, rios, oceanos: nada

Mexia em suas profundezas silenciosas;

Sem marujos, no mar as naus apodreciam,

Caindo os mastros aos pedaços; e, ao caírem,

Dormiam nos abismos sem fazer mareta,

mortas as ondas, e as marés na sepultura,

Que já findara sua lua senhoril.

Os ventos feneceram no ar inerte, e as nuvens

Tiveram fim; a escuridão não precisava

De seu auxílio - as trevas eram o Universo.
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